Gestores municipais do ES participam de mobilização contra pautas-bomba, em Brasília

Presidente da Amunes, Lubiana Barrigueira, participa junto com prefeitos e prefeitas

| Assessoria de Comunicação | Atualizado em

O presidente da Amunes e prefeito de Nova Venécia, Lubiana Barrigueira, juntamente com a prefeita Iracy Baltar (Montanha), e os prefeitos Nirrô Emerick (Alegre), Fernando Rocha (Santa Leopoldina) e Valbinho (Conceição do Castelo) estão participando, nesta terça-feira (24), em Brasília, da mobilização nacional convocada pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), contra as pautas-bomba. Mais de mil gestores de todo o país estão na mobilização. 

A reunião com gestores de todo o país visa impedir o avanço de projetos no Congresso que sobrecarregam as finanças e prejudicam os cofres municipais, defendendo o pacto federativo e a responsabilidade fiscal.

De acordo com estudo da própria CNM, se aprovadas pelo Congresso Nacional, as pautas-bomba podem causar um impacto de R$ 270 bilhões aos cofres municipais, representando um risco direto à sustentabilidade fiscal e à continuidade dos serviços públicos essenciais prestados à população pelos Municípios.

São mais de dez proposições em destaque, dentre as quais estão: 

  • O Projeto de Lei Complementar (PLP) 185/2024, que cria aposentadoria especial para Agentes Comunitários de Saúde (ACSs) e representa um potencial impacto de R$ 103 bilhões aos municípios
  • O Projeto de Lei (PL) 1559/2021, que cria piso salarial para profissionais farmacêuticos, gerando impacto estimado de R$ 309 milhões para os cofres municipais
  • O PL 2952/2025, que concede adicional de insalubridade a profissionais da educação escolar e deve ter impacto de R$ 6,5 bilhões 
  • O PL 4012/2024, que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) para obrigar municípios a expandirem a oferta de creches e pré-escolas em áreas urbanas e rurais

A mobilização também deve destacar proposições recentemente aprovadas ou apresentadas que seguem a mesma lógica, como a reforma do Imposto de Renda, instituída pela Lei 15.270/2025, com queda de arrecadação de R$ 5,1 bilhões ao ano. Soma-se a isso a Medida Provisória 1.334/2026, que reformula a regra de reajuste anual do piso salarial dos profissionais do magistério da educação básica. 

Proposta da CNM
Em contrapartida, estudo mostra que a CNM tem realizado um trabalho de articulação para mitigar esses danos — focado em medidas como a PEC 25/2022 (1,5% do FPM) e a tributação das bets (PL 5473/2025) — que juntas projeta um fôlego financeiro de R$ 49 bilhões se aprovados. 

Informações à Imprensa:
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