Metodologia de cofinanciamento da Atenção Primária à Saúde mudou. Veja as alterações

Mudanças impactam diretamente o registro dos procedimentos e das ações realizadas no âmbito da APS

| Assessoria de Comunicação | Atualizado em

O Ministério da Saúde alterou as notas metodológicas do componente de qualidade da metodologia de cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS). As mudanças abrangem os indicadores C1 a C7, aplicáveis às equipes de Saúde da Família (eSF) e às equipes de Atenção Primária (eAP), e impactam diretamente o registro dos procedimentos e das ações realizadas no âmbito da APS.

Entre as principais alterações, destacam-se a inclusão de novos Códigos Brasileiros de Ocupação (CBO), como o CBO 2251-25 (médico clínico), para o cálculo de determinados indicadores, a inclusão do nutricionista para fins de registro simultâneo de peso e altura, altura, inserção de códigos SIGTAP para o registro dos procedimentos relacionados ao cuidado na gestação e no puerpério no âmbito da APS, além de outros ajustes metodológicos.

As medidas foram adotadas após a prorrogação do período de implementação da metodologia de cofinanciamento federal, adotada na Portaria GM/MS 10.994/2026, de 14 de maio. A decisão representa importante avanço decorrente da atuação institucional da Confederação Nacional de Municípios (CNM) em defesa dos municípios e da sustentabilidade do financiamento da APS.

A CNM orienta os gestores e profissionais da Atenção Primária à Saúde a conhecerem as alterações e adequarem os processos de registro das informações no prontuário eletrônico. O correto preenchimento dos dados é fundamental para o cálculo dos indicadores do componente de qualidade e para evitar impactos negativos no repasse dos recursos federais.

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